quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Every breath you take - The Police - Momento Perfeito no Show!!

Every breath you take
Every move you make
Every bond you break
Every step you take

I'll be watching you

Every single day
Every word you say
Every game you play
Every night you stay

I'll be watching you

Oh can't you see
You belong to me
My poor heart aches
With every step you take

Every move you make
Every vow you break
Every smile you fake
Every claim you stake

I'll be watching you

Since you've gone I've been lost without a trace
I dream at night I can only see your face
I look around but it's you I can't replace
I feel so cold and I long for your embrace
I keep crying baby, baby, please

Oh can't you see
You belong to me
My poor heart aches
With every step you take

Every move you make
Every vow you break
Every smile you fake
Every claim you stake
I'll be watching you

Every move you make
Every step you take
I'll be watching you

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Contar até Dez...

Nem me lembro da primeira vez que ouvi isso, "Conte até dez..."
Está na sabedoria popular que contar até dez dá uma oportunidade de você esfriar a cabeça quando está prestes a perder a paciência ou estourar de raiva.
Eu, pessoalmente, já havia reparado que eu conseguia pensar em um monte de besteiras entre um número e outro – o pensamento era veloz demais! Será que contar até dez dá conta do recado? Não muito bem quando está havendo um "sequestro emocional".

O que é um sequestro emocional?
Aquilo que acontece no nosso cérebro quando ficamos com muita raiva – ou muito qualquer coisa emocional! Quando ficamos furiosos, aborrecidos, arrasados, etc., a ponto de não conseguir pensar e/ou se comunicar direito ou até de fazer tarefas que são normalmente simples, por exemplo: se enrolar na hora de sacar dinheiro no banco (OK, este foi exemplo pessoal, estava tão preocupada que nem havia reparado que o dinheiro não saía da máquina porque eu não havia inserido o cartão do banco uma segunda vez – estava perdida nos meus pensamentos de emoção da prepocupação).
Chama-se sequestro, porque é como se fosse um sequestro de avião em que o sequestrador faz o avião pousar em outro lugar.
Daniel Goleman, no seu livro Inteligência Emocional, descreve esse processo.
Em condições normais, o tálamo de nosso cérebro recebe informações vindas dos cinco sentidos e age como um controlador de tráfego aéreo, para manter o fluxo de sinais. Ele envia os impulsos para a parte adequada do córtex (por exemplo, informações visuais vão para o córtex visual), que "pensa" sobre o impulso e dá um significado. Este significado vai para a amígdala onde uma onda de peptídeos e hormônios são liberados para criar emoção e ação.
Quando há um "sequestro emocional", o tálamo reage de uma forma diferente. Como qualquer controlador de tráfego, ele pode reagir rapidamente a ameaças em potencial. Quando isso acontece, o tálamo desvia os sinais do córtex – o cérebro pensante – direto para a amígdala, o pouso "forçado" do sequestro. Lembramos que a amígdala só pode reagir baseada em padrões previamente armazenados.

Como fazer um resgate?
Para evitar possíveis conseqüências negativas de um sequestro, é importante praticar respostas que levem ao controle emocional. Quando "sequestrado", o cérebro está inundado com eletroquímicas, mas mesmo assim, temos opções. Se tomarmos as rédeas da situação, as químicas não persistem e dissipam-se de três a seis segundos.

Repito a pergunta, "Contar até dez funciona?"

No caso do sequestro, é bem capaz de ser um resgate fraco demais. Um resgate digno de um sequestro precisa ser uma tarefa cognitiva complexa com duração de seis segundos e fazer uma pausa em que se usa a parte analítica do cérebro, por exemplo: matemática, linguagem, processos complexos do canal visual ou auditivo ou qualquer pensamento de "alta ordem".
Se acontecer, dê qualquer "botão de pausa"; se tornar hábito, está na hora de mudar para um novo!

Exemplos a seguir:

· Conte até seis em outro idioma que esteja aprendendo
· Lembre dos Sete Anões e faça uma relação em ordem alfabética
· Lembre de quaisquer seis capitais de países estrangeiros
· Visualize seis detalhes de um lugar bonito
· Conjugue verbos em alemão, francês, etc
· Respire seis vezes enquanto imagina o trajeto do ar pelas narinas e pulmões
· Dê nome a seis emoções que está experimentando
· Encontre seis qualidades maravilhosas da pessoa com quem está brigando

O fato de fazer uma pausa/resgate nestas horas não significa que o problema ou gatilho de sua emoção magicamente vá embora. Mas, você terá restabelecido a comunicação entre as partes do cérebro, que permite pensar com todos os seus recursos, para que você tome boas decisões e ações.

Simples assim... :-)

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

É...Simples assim :-)

Sabe aquela pessoa que te tira do sério?

Pode ser alguém que você não gosta mesmo, ou pode ser alguém que gosta ou até ama, mas em determinados momentos, consegue agir ou falar de uma maneira extremamente enlouquecedora, mas em todo caso é alguém capaz de provocar reações desagradáveis em você.

Existem vários truques para poder aturar tais pessoas na hora em que estamos testando nossa paciência. Já encontrei alguns exercícios engraçadinhos em que se vê a pessoa que é objeto do desgosto em situações engraçadas, como por exemplo: sentado em cima do vaso sanitário, de fraldas, com macaquinho no seu ombro ou enfiando meus dedos no ouvido dela, etc.
Eu nunca consegui gostar destas técnicas, mesmo entendendo que visam cortar o efeito maléfico da própria percepção negativa a respeito da pessoa. Entendo que é uma coisa do meu modelo de mundo - acho que não vale se sentir melhor "rebaixando" o outro.
Aí, um dia conheci as técnicas do Michael Colgrass, compositor premiado e treinador de PNL. Li sobre alguns trabalhos fantásticos para improvisação, uso do palco, gestão de estados e coisas do gênero. Mas, uma técnica pequenininha que ele incluiu em suas aulas, ficou comigo como uma bela maneira de cortar efeitos nocivos de percepções negativas sobre outros, sem recorrer a imagens negativas.
Ele conta que a esposa dele, a Ulla, havia inventando uma maneira muito lúdica de enquadrar, mentalmente, aquelas pessoas que nos tiram do sério. Ela é do teatro e aprecia bons atores. Então, na hora em que alguém está se comportando de uma maneira especialmente irritante, ela pensa, "Nossa! Que ator excelente! Como sabe incorporar este personagem de forma tão excelente que a platéia, como eu, consegue ter este asco, só de ver e ouvir o jeito de falar e agir!". Este reenquadramento mental usa uma estratégia que aprecio muito: substitui julgamento e reação negativa para uma observação e apreciação de "talentos".

Na verdade, na fantasia de ver o objeto de nosso desdém como ator que nos faz reagir, estamos incluindo uma responsabilidade nossa no efeito gerado pelo outro. Assim, podemos cortar nossas próprias reações condicionadas e superar nossas percepções limitantes e negativas sobre outras pessoas sem focar o negativo e sim brincando com a idéia de atores especialmente provocadores para nós em nossa condição de platéia.

Combina com aquela citação do Shakespeare : "O mundo inteiro é um palco, e todos os homens e todas as mulheres são apenas atores".

sábado, 27 de outubro de 2007

Só o Amor não Sustenta...

Aos que não casaram,
Aos que vão casar,
Aos que acabaram de casar,
Aos que pensam em se separar,
Aos que acabaram de se separar.
Aos que pensam em voltar...

Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja.
O AMOR É ÚNICO, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.
A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, A SEDUÇÃO tem que ser ininterrupta...
Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança, acabamos por sepultar uma relação que poderia SER ETERNA
Casaram. Te amo pra lá, te amo pra cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes, nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada,RESPEITO. Agressões zero.
Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência... Amor só, não basta. Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura, para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver BOM HUMOR para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades.Tem que saber levar. Amar só é pouco.
Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas para pagar.
Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar.
Tem que ter um bom psiquiatra. Não adianta, apenas, amar.
Entre casais que se unem , visando à longevidade do matrimônio, tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um.
Tem que haver confiança. Certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou.
É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão. E que amar "solamente", não basta.
Entre homens e mulheres que acham que O AMOR É SÓ POESIA, tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade.
Tem que saber que o amor pode ser bom pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado.
O amor é grande, mas não são dois.
Tem que saber se aquele amor faz bem ou não, se não fizer bem, não é amor.
É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.
O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.

Um bom Amor aos que já têm!
Um bom encontro aos que procuram!
E felicidades a todos nós!

Por Artur da Távola.
...Que com certeza escreveu este texto com a alma.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Amar se aprende amando...

Podemos aprender amar se relacionando.
Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optar. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento... É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins.
Ser de todo mundo, não ser de ninguém, é o mesmo que não ter ninguém também... É não ser livre para trocar e crescer... É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão."
Simples assim.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

É...simples assim.

"Somos exatamente o que pensamos, e se ainda somos infelizes e
frustrados, a responsabilidade dessa situação é exclusivamente decorrente do mau uso das nossas faculdades intelectuais."
Dr.Tom Chung

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Perfeito! Simples assim...

"Fundamental é mesmo o amor. É impossível ser feliz sozinho"

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Analisando o "Fracasso"...

Todos nós já tivemos fracassos em alguma época da vida. De fato, quanto mais enfrentamos os riscos de uma nova experiência, de um novo conceito, maior é a probabilidade de fracassarmos, ao menos a curto prazo. Não é fácil ser bem sucedido quando experimentamos, pela primeira vez, algo novo e ambicioso e, se tivermos medo de fracassar, teremos medo de correr riscos. Se nunca arriscarmos algo novo, ficaremos estagnados. O crescimento requer uma disponibilidade de correr o risco do fracasso e da derrota. Se, quando bebês, tivéssemos tido medo de falhar, poucos de nós teriam aprendido a andar e a falar! Para aprender a andar tivemos de querer cair algumas vezes, arranhar os joelhos e machucar o rosto. Para ter sucesso — para nos tornarmos vitoriosos — devemos correr o risco do fracasso. Mas a lição importante é esta: o fracasso não é derrota, a não ser que você o permita.
No processo de invenção da lâmpada elétrica, Thomas Edison tentou e falhou muitas vezes! Conta-se que alguém perguntou a Edison se ele, desanimado por todos os seus fracassos, não pensou em desistir. E ele respondeu: “Aqueles foram passos do caminho. Em cada tentativa, eu encontrava um modo de não criar a lâmpada elétrica. Eu estava sempre disposto a aprender, mesmo através dos meus erros”. Em outras palavras, apesar de Edison nem sempre ter sido bem sucedido, ele nunca engoliu a derrota. Edison provou o fracasso muitas vezes, mas não o engoliu. Engolir um fracasso é acreditar que, por ter fracassado, você é um fracasso. Há uma diferença crucial entre dizer “fracassei” e “sou um fracasso”. Quando um projeto não sai conforme o esperado, podemos dizer “falhei na minha tentativa”. Podemos até dizer, “eu poderia ter feito melhor do que fiz”. Mas engolir uma derrota quer dizer “falhei, portanto sou um fracasso” ou “como não fiz direito, não sou capaz de fazer.” Engolir uma derrota é acreditar que somos os nossos acertos ou nossos fracassos.
Se engolimos uma derrota, a partir daquele momento, a nossa habilidade para de funcionar efetivamente , fica comprometida. Todos os grandes líderes, todos os grandes atletas, todos os grandes exploradores, pensadores, inventores, empresários, cometeram erros, experimentaram fracassos. Entretanto, eles se tornaram grandes porque não se culparam pelas suas falhas, ao contrário, usaram os seus erros como lições para melhorar o seu desempenho. Sabiam que o fracasso era apenas momentâneo e que não significava, necessariamente, uma derrota. Recusaram-se a engolir a amargura do fracasso e se empenharam na luta pela doçura do sucesso.
Grandes realizações são, frequentemente, tentadas, mas raramente alcançadas. O que é interessante (e estimulante) é que os que alcançaram tais objetivos são normalmente aqueles que falharam muitas vezes antes. Fracassos, como você vê, são só testes temporários que nos preparam para triunfos permanentes.
Aonde quer que você estiver hoje, escute-me! Ficar sentado aí, lambendo suas feridas, somente deixará um gosto amargo em sua boca. Suspiros, lágrimas e pensamentos de desistência são compreensíveis para o momento, mas indesculpáveis para o futuro. Levante-se e siga adiante!

E se você encontrar uma garantia absoluta contra fracassos, me avise.

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Que o outro saiba...e Ele sabe.

Que o outro saiba quando, estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais. Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta qto. dói a idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida, não porque lá está a sua verdade mas talvez seu medo ou sua culpa.
Que se começo a chorar sem motivo depois de um dia daqueles, o outro não desconfie logo que é culpa dele, ou que não o amo mais.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo " Olha que estou tendo muita paciência com você!"
Que se me entusiasmo por alguma coisa o outro não a diminua, nem me chame de ingênua, nem queira fechar essa porta necessária que se abre para mim, por mais tola que lhe pareça.
Que se eu eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro filho, amigo, amante, marido - não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vunerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma Mulher.

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Pensando...

É muito mais fácil manter relacionamentos com intensidade, humor, companheirismo, compreensão, cumplicidade e capacidade de perdoar. Isto não é nenhuma técnica especial.
Mas se é possível amar compreendendo o outro na visão dele mesmo e, ao mesmo tempo, ser feliz, por que não fazê-lo?

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

HEDONISMO

Hedonismo (Dicionário Houaiss): "Doutrina filosófica que encara o prazer e a felicidade como bem supremo. Dedicação ao prazer como estilo de vida". Eu li em um dos livros do Ruy Castro que, ainda mais legal do que unir o útil ao agradável, é unir o agradável ao agradável. A exaltação do desfrute.
Há tempos venho ruminando sobre isso. Conheço muitas pessoas que vão ao cinema, a boates e restaurantes e parecem eternamente insatisfeitas. Até que li uma matéria com a escritora Chantal Thomas na revista República e ela elucidou minhas indagações internas com a seguinte frase: "Na sociedade moderna há muito lazer e pouco prazer". Lazer e prazer são palavras que rimam e se assemelham no significado, mas não se substituem.
É muito mais fácil conquistar o lazer do que o prazer.
Lazer é assistir a um show, cuidar de um jardim, ouvir um disco, namorar, baterpapo. Lazer é tudo o que não é dever. É uma desopilação. Automaticamente, associamos isso com o prazer: se não estamos trabalhando, estamos nos divertindo. Simplista demais.
Em primeiro lugar, podemos ter muito prazer trabalhando, é só redefinir o que é prazer.
O prazer não está em dedicar um tempo programado para o ócio. O prazer é residente. Está dentro de nós, na maneira como a gente se relaciona com o mundo.
Chantal Thomas aborda a idéia de que o turismo, hoje, tem sido mais uma imposição cultural do que um prazer.
As pessoas aglomeram-se em filas de museus e fazem reservas com meses de antecedência para ir comer no lugar da moda, pouco desfrutando disso tudo. Como ela diz, temos solicitações culturais em demasia.
É quase uma obrigação você consumir o que está em evidência. E se é uma obrigação, ainda que ligeiramente inconsciente, não é um prazer.
Complemento dizendo que as pessoas estão fazendo turismo inclusive pelos sentimentos, passando rápido demais pelas experiências amorosas, entre elas o casamento. Queremos provar um pouquinho de tudo, queremos ser felizes mediante uma novidade.
O ritmo é determinado pelas tendências de comportamento, que exigem uma apreensão veloz do universo.

Calma. O prazer é mais baiano.

O prazer não está em ler uma revista, mas na sensação de estar aprendendo algo. Não está em ver o filme que ganhou o Oscar, mas na emoção que ele pode lhe trazer.
Não está em faturar uma garota, mas no encontro das almas. Está em tudo o que fazemos sem estar atendendo a pedidos.
Está no silêncio, no espírito, está menos na mão única e mais na contramão. O prazer está em sentir. Uma obviedade que merece ser resgatada antes que agente comece a unir o útil com o útil, deixando o agradável pra lá.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Shining Star

The way you look at me
The way you touch me
The fire in your eyes
(I swear) Makes me shiver inside
There's nothing I can do about it'
Cause nothing seems so truth
When I'm beside you
Am I dreaming
Of Venus just hold my hand
Naked, perfect, so beautiful
You turn me up and down
I was spinning round and round
You never get enough, baby doll
You're a shining star

The way you look at me
The way you touch me
The fire in your eyes
(I swear) Makes me shiver inside
There's nothing I can do about it
You're my soul mate, my summer and my faith
You fill me up with love
Your kisses are better than wine
There's nothing I want more than you, girl

The way you look at me
The way you touch me
The fire in your eyes
(I swear) Makes me shiver inside
There's nothing I can do about it
You're my soul mate, my summer and my faith
You fill me up with love
Your kisses are better than wine
There's nothing I want more than you, girl
You turn me up and down
I was spinning round and round
You never get enough, baby doll
You're a shining star

The way you look at me
The way you touch me
The fire are your eyes
(I swear) Makes me shiver inside
There's nothing I can do about it
You're my soul mate, my summer and my faith
You fill me up with love
Your kisses are better than wine
There's nothing I want more than you, girl
You're my soul mate, my summer and my faith
You fill me up with love
Your kisses are better than wine
There's nothing I want more than you, girl

quarta-feira, 25 de julho de 2007

terça-feira, 24 de julho de 2007

Willian Shakespeare

"Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. "

quarta-feira, 18 de julho de 2007

“Canção do Novo Mundo” Beto Guedes / Ronaldo Bastos

“Quem perdeu o trem da história por querer
Saiu do juízo sem saber
Foi mais um covarde a se esconder
Diante de um novo mundo”

“Se você não tem um objetivo claro e compelidor, alguém acabará criando um pra você”.

Muitas pessoas reclamam que têm objetivos na vida, mas nunca conseguem realizá-los. É porque os objetivos que estabelecem são inespecíficos e muito generalizados, do tipo “Quero ser rico”, “Quero ser feliz”, “Quero ficar em paz”, etc. Ou são formulados de modo negativo, como “Não quero mais sofrer”, “Nunca mais quero me sentir assim”, “Não vou acabar desse jeito”, etc. Ainda, seus objetivos dependem da iniciativa e do controle dos outros, como “Só vou ter tranqüilidade se fulano parar de fazer isso”, Quero que o Beltrano me faça feliz”, “Quando meu marido mudar, vou ser o que quero”, etc.
Outros têm os objetivos em mente e a “racionalização” das soluções. São verdadeiras enciclopédias ambulantes em matéria de teorias e de informações, porém, fracassam em atingir os resultados desejados por faltar-lhes algo muito importante – AÇÃO.

Portanto, meus amigos, mãos à obra!

A boa notícia é que escolhemos as evidências que consideramos mais adequadas para que o sucesso passe a ser um fenômeno do dia-a-dia.
A má notícia é que se não assumir essa função, alguém o fará por você, e invejas, frustrações ou decepções irão assaltar sua mente quando você tiver trabalhando seus objetivos com evidências impostas por terceiros. Se seu vizinho acaba de comprar um carro importado por ser essa a evidência de sucesso dele, e se ela estiver fora de seu controle e iniciativa ou não tiver qualquer relação com seu próprio objetivo, então invejas, conflitos e frustrações aflorarão em sua vida. A cultura, a mídia e a moda são alguns meios artificiais de impor evidências tendenciosas de sucesso às pessoas. Muitas sofrem e levam uma vida miserável simplesmente repetindo a programação mental de se comparar, constantemente, com os bens ostentados por outros indivíduos. Isso é facilmente neutralizado se a pessoa tiver suas próprias “placas de sinalização” ou evidências ao longo do caminho.

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Da mesa do Greg...ctrl c + ctrl v

Dos roteiristas de Sex & The City, Greg Behrendt & Liz Tuccillo: Ele simplesmente não está a fim de você - Entenda os homens sem desculpas.

Ele simplesmente não está a fim de você
- se não a convida para sair
- se não telefona para você
- se não quer namorar você
- se não faz sexo com você
- se faz sexo com outra pessoa
- se só quer vê-la quando está de porre
- se não quer casar com você
- se está te dando um pé na bunda
- se desapareceu sem deixar sinal de vida
- se é casado (e outras variações loucas de indisponibilidade)
- se é um babaca egoísta, um brigão chato, ou um doido de pedra

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Vivendo Momentos ÚNICOS...

Aprendendo a analisar situações sob o ponto de vista do outro.
Segredo : Enxergar intenção positiva em atitudes negativas.

Exercício difícil de fazer nos momentos conturbados, mas nos leva à perfeição.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Pois é...Simples assim.