Por hoje, apesar de ser uma mulher contemporânea, ter uma vida profissional com todas as
responsabilidades que tenho, 3 filhos e ainda me preocupar muito com eles; de tantas coisas que enfrento com
bravura, contentamento, muita disciplina e diligência...TUDO o que eu quero agora é um colo ou a solidão para chorar. Não, eu não estou na TPM. Estou muito impressionada com o mundo, com as pessoas. Quero a solidão
para chorar o lamento da ignorância alheia, chorar a falta de comprometimento humano
que acomete as pessoas. A falta de interesse.
Ninguém mais olha ninguém... Vejo pessoas usando pessoas e amando coisas. Vejo gente achando que
a felicidade é alguma coisa que alguém tem que trazer pronta, quente e na
bandeja, com certificado de garantia. Gente machucando gente sem pensar duas
vezes. Gente tomando remédio para dormir e fazendo terapia para suportar viver. Tá tudo errado.
E aqui, nem vou falar da corrupção senão vale outro post...As pessoas só querem. E o
mínimo que dão, acham que já deram demais. Acabou o compromisso, a verdade, a iniciativa, o bem querer, o comprometimento e a capacidade de atuação. O Homem não age mais
como se espera de um homem. A Mulher não age mais como se espera de uma mulher. Os últimos dias foram de muita informação para mim. Mas como sempre, possuo uma
força divina e que me empurra a acreditar e, amanhã....amanhã eu tô nova.
Cheia de motivação... De novo.
domingo, 31 de março de 2013
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Seguindo conselhos:
Abandonei as roupas usadas que já tinham a forma do meu corpo...
Esqueci os caminhos que me levavam sempre aos mesmos lugares.
... Chegou o tempo da travessia ...
E se não ousasse fazê-la ...
Teria ficado para sempre ...
À margem de mim mesma. Valeu!
... Chegou o tempo da travessia ...
E se não ousasse fazê-la ...
Teria ficado para sempre ...
À margem de mim mesma. Valeu!
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
And so this is Christmas...
Essa aconchegante e onipresente canção de John Lennon
Sempre me chamou atenção em seu começo:
“Então chegou o Natal, e o que você fez?”
A velha angústia amalgamada na culpa de se imaginar
não tendo feito tudo ao seu alcance.
Não sei se é possível quantificar
mas entendo que é possível sentir,
é possível sonhar, e concretizar a partir
de mudanças graduais de comportamento
a que nos propusermos.
Não é o que imaginávamos da vida que conta,
mas o que conseguimos fazer no cotidiano
com as surpresas que a vida nos apresenta.
Se nem tudo acontece como esperado,
por outro lado não vivemos só de revés.
Que o “cara lá de cima” nos dê sabedoria
e saúde para aproveitar o aqui e agora.
Não existe melhor momento que hoje,
nunca estaremos tão preparados
quanto gostaríamos e, com certeza,
nunca estaremos tão jovens.
É tempo de voltar a dar aquele doce sorriso
aberto, sincero, e sem filtros da infância.
É tempo de se deixar inundar por
emoções imprevisíveis como
na fase da adolescência,
na qual o infinito é o limite.
Mas segue inevitável e indelével a reflexão:
não dá para mudar o que já foi
mas é possível alterar o que virá.
Que nossa influência no futuro seja profícua,
ainda que imperfeita e limitada.
E que o novo ano que se descortina
seja proporcional ao esforço realizado.
E assim também, como termina a música:
“A very merry christmas
and a happy new year
let’s hope it’s a good one
without any fear.”
Sempre me chamou atenção em seu começo:
“Então chegou o Natal, e o que você fez?”
A velha angústia amalgamada na culpa de se imaginar
não tendo feito tudo ao seu alcance.
Não sei se é possível quantificar
mas entendo que é possível sentir,
é possível sonhar, e concretizar a partir
de mudanças graduais de comportamento
a que nos propusermos.
Não é o que imaginávamos da vida que conta,
mas o que conseguimos fazer no cotidiano
com as surpresas que a vida nos apresenta.
Se nem tudo acontece como esperado,
por outro lado não vivemos só de revés.
Que o “cara lá de cima” nos dê sabedoria
e saúde para aproveitar o aqui e agora.
Não existe melhor momento que hoje,
nunca estaremos tão preparados
quanto gostaríamos e, com certeza,
nunca estaremos tão jovens.
É tempo de voltar a dar aquele doce sorriso
aberto, sincero, e sem filtros da infância.
É tempo de se deixar inundar por
emoções imprevisíveis como
na fase da adolescência,
na qual o infinito é o limite.
Mas segue inevitável e indelével a reflexão:
não dá para mudar o que já foi
mas é possível alterar o que virá.
Que nossa influência no futuro seja profícua,
ainda que imperfeita e limitada.
E que o novo ano que se descortina
seja proporcional ao esforço realizado.
E assim também, como termina a música:
“A very merry christmas
and a happy new year
let’s hope it’s a good one
without any fear.”
sábado, 26 de novembro de 2011
Ouvindo música no carro...
Em 15 min, 3 músicas... volta certa ao passado.
Em uma rádio FM2 SP que só toca música nacional, realmente tive a prova de que nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia. Tudo passa...tudo sempre passará.
Mas tive certeza de onde nunca mudei...o desejo enorme de se aventurar e revolucionar.
Eu hein? Nem pensar... em ser diferente.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Coisas para Fazer:
Pedalar na Serra do Cipó
Mergulhar com tubarões
Ir a praia durante a semana
Pegar a estrada sem destino
Visitar todas as praias do Brasil
Saltar de paraquedas
Aprender a velejar de windsurf
Viajar de carro pela América do Sul
Fazer guerrinha de neve
Acampar na Chapada da Diamantina
Ver a cidade de um balão
Voar de asa delta
Ganhar um concurso fotográfico
Participar de uma peça de teatro
Experimentar todos os pratos típicos
Conhecer a Amazônia
Gravar uma música
Mudar o visual da noite para o dia
Acompanhar a turnê de uma banda
Cantar bem alto no carro
Pilotar um avião
Fotografar um urso polar
Apostar em um cavalo vencedor
Mandar uma mensagem na garrafa
Participar de um rodeio
Tocar uma baleia
Escalar uma montanha
Entrar para o livro dos recordes
Terminar uma maratona
Invadir o campo durante o jogo
Conhecer os 5 continentes
Dormir em uma ilha deserta
Trabalhar menos
Estudar mais
Aprender uma arte marcial
Ver a aurora boreal
Entrar de bicão em um festa
Chegar perto de um vulcão
Tocar um iceberg
Descer um rio de caiaque
Escrever um livro...terminar
Fazer um safari
Nadar com golfinhos
Fazer o caminho de Santiago
Participar de um rally
Dormir sob as estrelas na praia
Visitar as ruínas de uma cidade antiga
Conhecer as pirâmides do Egito
Conhecer as muralhas da China
Participar sempre do que eu gosto
Mergulhar com tubarões
Ir a praia durante a semana
Pegar a estrada sem destino
Visitar todas as praias do Brasil
Saltar de paraquedas
Aprender a velejar de windsurf
Viajar de carro pela América do Sul
Fazer guerrinha de neve
Acampar na Chapada da Diamantina
Ver a cidade de um balão
Voar de asa delta
Ganhar um concurso fotográfico
Participar de uma peça de teatro
Experimentar todos os pratos típicos
Conhecer a Amazônia
Gravar uma música
Mudar o visual da noite para o dia
Acompanhar a turnê de uma banda
Cantar bem alto no carro
Pilotar um avião
Fotografar um urso polar
Apostar em um cavalo vencedor
Mandar uma mensagem na garrafa
Participar de um rodeio
Tocar uma baleia
Escalar uma montanha
Entrar para o livro dos recordes
Terminar uma maratona
Invadir o campo durante o jogo
Conhecer os 5 continentes
Dormir em uma ilha deserta
Trabalhar menos
Estudar mais
Aprender uma arte marcial
Ver a aurora boreal
Entrar de bicão em um festa
Chegar perto de um vulcão
Tocar um iceberg
Descer um rio de caiaque
Escrever um livro...terminar
Fazer um safari
Nadar com golfinhos
Fazer o caminho de Santiago
Participar de um rally
Dormir sob as estrelas na praia
Visitar as ruínas de uma cidade antiga
Conhecer as pirâmides do Egito
Conhecer as muralhas da China
Participar sempre do que eu gosto
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Chama da Consciência
Dia desses estava em casa matutando para tentar encontrar a solução de um dos problemas que rondavam a minha mente naquele noite quente de verão paulistano. Entre uma idéia e outra, olhei para o móvel que fica na minha sala de jantar, bem ao lado da mesa, no qual mantenho incensos, velas e outros objetos. É uma espécie de altar particular, ao qual recorro sempre que sinto necessidade de uma "luz" ou apenas para purificar o ambiente com o aroma agradável da lavanda, do sândalo, da pitanga...
Instintivamente, levantei-me, caminhei lentamente até o lugar e acendi uma vela. Quando percebi, estava em pé, com o olhar fixo na chama azul que saía do acessório e com o pensamento repleto de soluções para a questão - ou pelo menos, de um caminho para o tão desejado desfecho - da minha dificuldade do momento.
E é assim mesmo. Quem já se permitiu, certamente sentiu o poder que alguns minutos de meditação têm. Quando feita com a ajuda de uma vela, então, a prática torna-se mais eficaz, pois o fogo tem o poder de canalizar as energias e ativar o elemento de mesmo nome, cuja principal característica é transformar, revitalizar.
Experimente! Vale a pena.
Instintivamente, levantei-me, caminhei lentamente até o lugar e acendi uma vela. Quando percebi, estava em pé, com o olhar fixo na chama azul que saía do acessório e com o pensamento repleto de soluções para a questão - ou pelo menos, de um caminho para o tão desejado desfecho - da minha dificuldade do momento.
E é assim mesmo. Quem já se permitiu, certamente sentiu o poder que alguns minutos de meditação têm. Quando feita com a ajuda de uma vela, então, a prática torna-se mais eficaz, pois o fogo tem o poder de canalizar as energias e ativar o elemento de mesmo nome, cuja principal característica é transformar, revitalizar.
Experimente! Vale a pena.
domingo, 26 de setembro de 2010
Disciplina é liberdade...
Se há um palavra que instiga vontade em todos nós, esta é liberdade.
Queremos ser livres, queremos poder escolher.
Viver bem e ter qualidade de vida normalmente estão relacionados a desfrutar de liberdade para escolher. A possibilidade de mudar, mesmo que seja para continuar do jeito que está.
Quanta diferença há entre “ter que fazer ” e "escolher fazer". Muitos abordaram na história este assunto, com divergentes opiniões. Para alguns, não há liberdade. Para outros, sempre temos opções ; embora nem sempre a gente queira arcar com as conseqüências destas escolhas.
Meu foco não é dissertar sobre a existência ou não da liberdade, mas sim relacionar a existência desta com a disciplina. Há uma frase antiga de Fritz Perls que diz: “Para ser solto no mundo, há de se ter uma disciplina rígida”.
Faz-se necessária a diligência para se observar cada vez mais. Perceber-se na interação com o mundo ao seu redor. A cada palavra e ação, reorganizamos o sistema formado por nós e cada um dos objetos e pessoas que nos cercam...
A liberdade de escolher parece-me depender da capacidade de notar as possibilidades... Observar o máximo possível, conectar os fatos para perceber o fluxo contínuo entre tudo o que acontece. Certamente não é uma tarefa fácil ou rápida.
Uma vez que este sistema universal a todo instante está se reconstruindo e se reorganizando, sempre há algo novo. Sempre há o que ser abordado, trazendo o novo para o lugar de recém-conhecido. Quanto de auto-estudo e de superação sobre si mesmo....
Abandonar os reflexos e as reações condicionadas por possibilidades por vezes é prazeroso, por vezes pode doer. No entanto, não faz sentido manter a visão romântica de que algo existe para sempre, seja isso bom ou ruim. No filme Matrix, escutei que "a ignorância é uma benção" E concordo. Porém, temos uma tendência a dispensar essa "benção", não é mesmo?
Uma coisa incrível, para mim, é que esse autoconhecimento é irreversível. Uma vez que você passa a se perceber melhor e perceber o mundo de forma mais apurada, não há como fechar os olhos novamente. Uma realidade extremamente ampla se mostra a você e nunca mais vai embora. Diria que é um processo que vai ficando mais fácil a cada experiência.
Quanto mais nos conhecemos, mais rapidamente o processo acontece. Na medida em que notamos as nuances da humanidade, as cores ficam cada vez mais diferenciadas umas das outras.
Disciplina, constância, diligência.
Auto-observação para superar-se. Acima de tudo, porém, contentamento.
Não abaixar a cabeça para o que não é suficiente.
Contentar-se no sentido de perceber que aqui e agora, no único momento que realmente importa, você foi capaz de chegar até certo ponto... e isso merece ser comemorado. E como!
Cada um de nós merece extrair prazer daquilo que faz, fala e vive. Sem este contentamento, a disciplina nunca vai lhe trazer liberdade, será uma prisão disfarçada.
Queremos ser livres, queremos poder escolher.
Viver bem e ter qualidade de vida normalmente estão relacionados a desfrutar de liberdade para escolher. A possibilidade de mudar, mesmo que seja para continuar do jeito que está.
Quanta diferença há entre “ter que fazer ” e "escolher fazer". Muitos abordaram na história este assunto, com divergentes opiniões. Para alguns, não há liberdade. Para outros, sempre temos opções ; embora nem sempre a gente queira arcar com as conseqüências destas escolhas.
Meu foco não é dissertar sobre a existência ou não da liberdade, mas sim relacionar a existência desta com a disciplina. Há uma frase antiga de Fritz Perls que diz: “Para ser solto no mundo, há de se ter uma disciplina rígida”.
Faz-se necessária a diligência para se observar cada vez mais. Perceber-se na interação com o mundo ao seu redor. A cada palavra e ação, reorganizamos o sistema formado por nós e cada um dos objetos e pessoas que nos cercam...
A liberdade de escolher parece-me depender da capacidade de notar as possibilidades... Observar o máximo possível, conectar os fatos para perceber o fluxo contínuo entre tudo o que acontece. Certamente não é uma tarefa fácil ou rápida.
Uma vez que este sistema universal a todo instante está se reconstruindo e se reorganizando, sempre há algo novo. Sempre há o que ser abordado, trazendo o novo para o lugar de recém-conhecido. Quanto de auto-estudo e de superação sobre si mesmo....
Abandonar os reflexos e as reações condicionadas por possibilidades por vezes é prazeroso, por vezes pode doer. No entanto, não faz sentido manter a visão romântica de que algo existe para sempre, seja isso bom ou ruim. No filme Matrix, escutei que "a ignorância é uma benção" E concordo. Porém, temos uma tendência a dispensar essa "benção", não é mesmo?
Uma coisa incrível, para mim, é que esse autoconhecimento é irreversível. Uma vez que você passa a se perceber melhor e perceber o mundo de forma mais apurada, não há como fechar os olhos novamente. Uma realidade extremamente ampla se mostra a você e nunca mais vai embora. Diria que é um processo que vai ficando mais fácil a cada experiência.
Quanto mais nos conhecemos, mais rapidamente o processo acontece. Na medida em que notamos as nuances da humanidade, as cores ficam cada vez mais diferenciadas umas das outras.
Disciplina, constância, diligência.
Auto-observação para superar-se. Acima de tudo, porém, contentamento.
Não abaixar a cabeça para o que não é suficiente.
Contentar-se no sentido de perceber que aqui e agora, no único momento que realmente importa, você foi capaz de chegar até certo ponto... e isso merece ser comemorado. E como!
Cada um de nós merece extrair prazer daquilo que faz, fala e vive. Sem este contentamento, a disciplina nunca vai lhe trazer liberdade, será uma prisão disfarçada.
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