Muitas pessoas reclamam que têm objetivos na vida, mas nunca conseguem realizá-los. É porque os objetivos que estabelecem são inespecíficos e muito generalizados, do tipo “Quero ser rico”, “Quero ser feliz”, “Quero ficar em paz”, etc. Ou são formulados de modo negativo, como “Não quero mais sofrer”, “Nunca mais quero me sentir assim”, “Não vou acabar desse jeito”, etc. Ainda, seus objetivos dependem da iniciativa e do controle dos outros, como “Só vou ter tranqüilidade se fulano parar de fazer isso”, Quero que o Beltrano me faça feliz”, “Quando meu marido mudar, vou ser o que quero”, etc.
Outros têm os objetivos em mente e a “racionalização” das soluções. São verdadeiras enciclopédias ambulantes em matéria de teorias e de informações, porém, fracassam em atingir os resultados desejados por faltar-lhes algo muito importante – AÇÃO.
Portanto, meus amigos, mãos à obra!
A boa notícia é que escolhemos as evidências que consideramos mais adequadas para que o sucesso passe a ser um fenômeno do dia-a-dia.
A má notícia é que se não assumir essa função, alguém o fará por você, e invejas, frustrações ou decepções irão assaltar sua mente quando você tiver trabalhando seus objetivos com evidências impostas por terceiros. Se seu vizinho acaba de comprar um carro importado por ser essa a evidência de sucesso dele, e se ela estiver fora de seu controle e iniciativa ou não tiver qualquer relação com seu próprio objetivo, então invejas, conflitos e frustrações aflorarão em sua vida. A cultura, a mídia e a moda são alguns meios artificiais de impor evidências tendenciosas de sucesso às pessoas. Muitas sofrem e levam uma vida miserável simplesmente repetindo a programação mental de se comparar, constantemente, com os bens ostentados por outros indivíduos. Isso é facilmente neutralizado se a pessoa tiver suas próprias “placas de sinalização” ou evidências ao longo do caminho.
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