segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Gentileza gera Gentileza...

A sutileza das palavras é algo que me toca.
Algumas dizem tanto, outras parecem produzir som, outras ainda têm cheiro de flor.
No papel, no ar ou no pensamento, a palavra traduz, e ao mesmo tempo, cria nossas experiências. Enviam mensagens de surpresa, coragem, dor, amor...
E se existe uma palavra que é capaz de conter tanta expressão e significado, esta é "Gentileza".

A palavra gentileza significa boa conduta, respeitosa, educada. Significa também qualidade de gentil, ação nobre, ilustre, distinta, valor, maneiras graciosas, valentia.
Fiquei surpresa ao constatar a presença deste último: Va-len-ti-a. É isso mesmo!
Mas pensando bem... muitas vezes é preciso uma certa valentia para poder expressar as coisas mais simples e singelas do nosso ser. E Gentileza certamente é uma delas.

Na minha representação interna do que é o mundo, aprecio muito acreditar que as pessoas possuem dentro de si uma qualidade gentil com o qual respondem ao mundo naturalmente. O bebê sorri quando vê um sorriso, e muitas vezes, não espera que alguém esteja sorrindo para fazê-lo, simplesmente o faz. É espontâneo, natural e simples.
Quando a gentileza espontânea surge, ela vem porque é genuína.

Gentileza é uma nominalização. Isso significa, entre outras coisas, que gentileza para uma pessoa, não necessariamente é para outra.
Podemos representar o mundo à nossa maneira, e como fazemos isso através dos nossos sentidos, cada pessoa normalmente tem um sentido predominante, aquilo pode passar longe dos seus filtros de percepção.
A linguagem carrega consigo inúmeras generalizações, distorções e omissões a respeito do mundo, que não são o mundo em si. Precisamos ir além da linguagem para compreendê-la.

Acredito na força da Atitude Gentil. Mas a atitude gentil, algo que simplesmente se manifesta como parte da nossa natureza, normalmente se faz com ressalvas.
É preciso tornar a gentileza um ato público! Gentileza com tudo e com todos; com a vida, com os animais, com as plantas, com as pessoas, com o ar que respiramos. E quanto à gentileza com você mesmo, o que me diz? Ah! Eu sei, essa pode ser a parte mais desafiante e a principal com o qual precisamos criar intimidade.
Não importa como e de onde ela venha, a gentileza está sempre disponível em quantidade abundante.
Se você não acredita nisso, experimente expressar suas qualidades gentis. Poderá se surpreender com o que vai receber de volta!
Quem sabe, poderá até, como eu, sentir cheiro de flor.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

"Então é Natal...E o que você fez?
O ano termina e nasce outra vez".
Fechando mais um ano, o que você pensa?
Este ano trabalhei muito, fui promovida, ganhei dinheiro, mudei, gargalhei várias vezes e também chorei.
Alguém te fez feliz?
"Então bom Natal e um Ano Novo também.
Que seja feliz quem souber o que é o bem".

"Então é Natal...E o que a gente fez?
O ano termina e começa outra vez".
E o que a gente fez?
Eu? Tratei de ser feliz.
A felicidade se apresenta para cada um em diferentes formas.
Já pensou na sua?
Então é Natal e Ano Novo também...

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

"Sorte é o encontro da oportunidade com a preparação"

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Adoro cachorros. Dizem que sou autista. Escrevo melhor do que falo. Irônica e sarcástica. Não sei imitar o pato Donald. Sentimental, embora não assuma. Adoro quiabo. Pizza. Gosto de escrever. Ganhei uma flauta de plástico quando era criança da minha professora. Suo demais quando vou na academia. Comédias românticas, amo! Orgulhosa, às vezes. Comia tatuí vivo quando criança. Apaixonada pelos poucos amigos. "Tio, me vê tudo de bala". Minha família é tudo!! Durmo pouco. Sou uma "prima garotona". Tenho os pés gelados e as mãos quentes. Cerveja sempre cai bem, melhor se for importada. Às vezes faço sanduíche de cogumelos. Futebol, não curto muito. Tenho saudades da escola e dos tempos da faculdade. Salto alto? Sempre. Quando bebo falo com todo mundo ou durmo. Odeio sair sem bolsa. Minha melhor amiga mora longe. Odeio faixinhas de cabelo. Adoro piadas. Penso na morte da bezerra. Odeio samba e pagode. Tenho muitos sonhos. Cabelos cacheados, por que não? Morro de ciúmes. Esportes sempre. Mal-humorada às vezes, SIM. Tenho amigas estressadas. Minha bicicleta já foi meu veículo. Morango com Nutella. Quando bebo faço poemas malucos. Às vezes sou engraçada. Não gosto de dar furos. Surtei quando fiz vestibular. Festas Juninas não me encantam. Não tenho escoliose. Não sou flamenguista doente. Queria aprender a surfar. Malho, porque adoro. Spinning me renova. Vodka me faz mal, mas eu bebo mesmo assim. Odeio novelas. Não curto seriados. Ficção só Harry Potter. Meus primos são loucos e eu os amo exatamente por isso. Destra com a mão e canhota com a perna. Adoro frutos do mar. Já tomei banho de chuva. Já caí de bicicleta no jardim do Campo de São Bento. O pôr-do-sol é lindo. Minha cabeça me confunde. A falta de rotina me enlouquece e eu gosto. Ainda não sei bem quem sou... mas estou viva!
Ah, só para lembrar: não esqueçam de que tudo o que sabem sobre mim, fui eu mesma que contei.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Receita

Ingredientes:

Uma mulher de 38 anos que recentemente dera à luz, em plena forma, amada e feliz.

Uma generosa dose do poder da maturidade.

Uma pitada de gozo da vida.

Um pacote de segurança sobre a aparência do corpo.

Um raminho de excitação (selvagem, se possível).

Uma colher cheia de atitude.

Um pequeno orgulho do seu lado profissional bem sucedido.

Misturar tudo com uma perfeita saúde mental e uma alma lavada contra os maus vícios alheios.

Esta sou EU.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Simples assim...

"And if I need anything at all...

I need a place
That's hidden in the deep
Where lonely angels sing you to your sleep
Though all the world is broken

I need a place
Where I can make my bed
A lover's lap where I can lay my head
Cos now the room is spinning

The day's beginning"

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Se eu fosse eu daria tudo o que é meu, e confiaria o futuro ao futuro.

"Nada posso lhe dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada posso lhe dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível seu próprio mundo e isso é tudo" (Herman Hesse)

Se você fosse você, como seria e o que faria?

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Ser Mãe...

Um dia perguntei a minha mãe: Não está na hora de construir uma família? Será que eu deveria ter um bebê?

Isso 'Vai mudar a sua vida,' ela disse, cuidadosamente mantendo um tom neutro.
'Eu sei,' eu disse, 'nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas...'
Mas não foi nada disso que ela quis dizer. E olhou para mim, tentando decidir o que dizer.

Ela quis me dizer o que eu nunca iria aprender em cursos para casais grávidos.
Ela quis dizer que as feridas físicas de dar à luz iriam se curar, mas que tornar-se mãe deixaria uma ferida emocional tão exposta que eu estaria para sempre vulnerável.
Talvez ela tenha pensado em me alertar que nunca mais iria ler um jornal sem me perguntar 'E se tivesse sido o MEU filho?' Que cada acidente de avião, cada incêndio iria me assombrar. Que quando eu visse fotos de crianças morrendo de fome, me perguntaria se algo poderia ser pior do que ver um filho morrer.
Olhando para as minhas unhas com a manicure impecável, meu terno estiloso deve ter pensado que não importa o quão sofisticada eu seja, tornar-se mãe me reduziria ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de 'Mãe!' fará com que eu derrube um suflê na melhor louça sem hesitar nem por um instante.
Hoje eu sinto que ela queria ter me avisado que não importa quantos anos investi em mim e em minha carreira, porque de certa forma isso é arrancado dos trilhos profissionais pela maternidade.
Eu posso conseguir uma escolinha, mas um belo dia eu entrarei em alguma importante reunião de negócios e pensarei no cheirinho do meu bebê. E terei que usar cada milímetro da minha disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que ele está bem.
Ela ainda me deixou saber que decisões do dia a dia não mais são rotinas. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald's se tornará um enorme dilema. Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando o banheiro.
Não importa o quão assertiva eu seja no trabalho, eu me questionarei constantemente como mãe.
O peso da gravidez perdemos eventualmente, mas jamais me sentirei a mesma sobre mim mesma.
A vida, antes tão importante, hoje tem menor valor depois de ter filhos.
Eu me daria num segundo para salvar minha cria, mas também começo a desejar por mais anos de vida - não para realizar meus próprios sonhos, mas para ver meus filhos realizarem os deles.
A cicatriz de uma cesárea tornou-se uma medalha de honra.
O relacionamento com meu marido mudou, mas não da forma como pensei.
Eu entendi o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho.
Talvez a minha mãe quisesse me mostrar o quanto eu deveria saber que me apaixonaria por razões que antes acharia nada românticas.
Eu percebo a conexão com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.
Eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro dos meus filhos.
Eu quero descrever um dia para o meu filho a enorme emoção que foi vê-lo aprender a andar de bicicleta.
Eu quero gravar a gargalhada gostosa dele tocando o pelo macio de um cachorro pela primeira vez.
Eu quero provar diariamente a alegria que é tão real que chega a doer.
No momento tenho lágrimas nos olhos.
' jamais irei me arrepender', penso finalmente.
Então fico pensando em minha mãe, uma mulher que foi muito sábia... e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados.
Este presente abençoado de Deus... que é ser Mãe.'

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Cinderela Corporativa

O texto "Cinderela Corporativa" escrito por Wagner Campos, especialista em MKT, faz uma comparação do fairy tale "Cinderela" com o mundo corporativo e diz mais ou menos assim:

"No mundo corporativo encontra-se “Cinderelas”, “príncipes” e “fadas madrinhas”.
As “Cinderelas” são os profissionais que estão há mais tempo na organização e desempenham bem seus papéis. Um dia, um novo profissional (madrasta), ocupa um cargo superior ao da “Cinderela” e junto com a madastra, vêm as filhas (vícios e habilidades a serem conhecidos).
Os profissionais que contribuíram para o sucesso e crescimento da empresa, não são valorizados. E antes mesmo de conhecer a empresa, com o objetivo de apresentar resultados, a madrasta delega aos profissionais tradicionais, tarefas que mudam radicalmente a rotina, sem explicar quais serão as vantagens, as razões e os benefícios (caso existam), deixando-os assim desmotivados e sentindo-se desvalorizados.
Estes percebem que por mais que tentem sugerir algo, não serão ouvidos, pois o funcionário “madrasta” não teve a preocupação de conhecê-los e teme que os profissionais “Cinderelas” possam realmente possuir uma beleza superior à de suas filhas (vícios e habilidades), ou seja, possam apresentar rotinas e procedimentos adequados, aptidão e competência diferenciadas até mesmo superiores às dele.
E como que por encanto, eis q surge a "fada madrinha" e a "Cinderela" consegue contribuir com a sua sugestão e com isso aparece uma oportunidade. Só q a “madrasta” e a “Cinderela” terão que trabalhar em equipe. A“Cinderela” tem o “coração” do príncipe, ou seja, já obteve resultados significativos para a empresa, enquanto a “madrasta” apenas conseguiu desmotivar sua equipe. A “madrasta” saberá viver em harmonia com a “Cinderela”?"

Sei lá! Cada vez mais, percebo que o aproveitamento dos profissionais da equipe não é considerado no momento da escolha de um cargo. As empresas "ditam" isso, mas não é uma prática. E quando esta oportunidade existe, é dada a pessoa errada.
Será que ser um profissional competente e capaz não é um pré-requisito para uma promoção?Até quando o pré-requisito de cargos executivos será o "QI" ou simplesmente "ser incapaz"? Até quando a Mudança assustará as pessoas?
Será que o pensamento não deveria ser: Mudança = Nova forma de fazer e assim gerar sinergia na equipe.
O que faz do Líder, um líder? Na minha opinião pessoal, um líder é um empreendedor de pessoas. Já tive alguns poucos e os admiro. Porque estes são capazes de aprender enquanto ensinam.
Cadê a tal da CORAGEM para Crescer e Conquistar? (já dizia um amigo meu em um outro texto a respeito da covardia e precipitação, também merecedor, e muito, de comentários).
Mas, como "boa Cinderela" não devemos desistir dos nossos interesses. Felizmente a vida nos proporciona escolhas e muitas vezes, elas chegam na hora exata.

O meu Projeto "Benchmark Pessoal" está em Melhoria Contínua e o teu?

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Me...

Não sou sedentária, mas às vezes durmo muito mais do que o necessário e provavelmente continuarei assim.
Adoro sentir frio, mas moro na praia.
Amo acordar cedo, mas gostaria de ganhar dinheiro dormindo.
Amo minha cama, mas adoro dormir no sofá.
Adoro beber cerveja e vinho. I'm glamorous, never drunk.
Adoro ficar em casa, receber os amigos e sempre festejar.
Tenho amnésia, alcoólica ou não.
Demoro no banho.
Às vezes durmo de rímel, mas sempre acordo linda. (isso, o meu amor me disse!!)
Sou debochada e vejo duplo sentido em quase tudo.
Gosto de água com gás, cravo, gelatina dura e manteiga na geladeira.
Hummm...abraços, abraços, abraços.
Não lambo a tampa do iogurte, raspo com a colher.
Tenho senso de direção, noção de distância e sei usar o mapa.
Gostaria de lamber o prato quando como algo muito gostoso, mas minha mãe me ensinou que é feio!
Peça qualquer pedaço do meu sanduíche, menos o último.
Odeio ir ao shopping, principalmente nos finais de semana.
Preciso de muitos guardanapos pra comer.
Não uso all star e nem sou alternativa.
Sou curiosa, chata e insistente.
Meu passado e meu presente não me condenam.
Posso ser venenosa, só não todo tempo e nem com todo mundo.
Não gosto de coca-cola, mas de vez em quando eu bebo.
Acredito em um mundo melhor.
Não sou fresca, mas mereço ser bem tratada.
Adoro andar descalço, mas tô sempre de chinelo.
Se pudesse voltar no tempo faria tudo igual.
Amo carinho e adoro um grude.
Não acredito em destino, horóscopo ou coisas afins.
Acredito em extraterrestres.
Tenho peito, e cérebro também.
Ando em casa como se fosse sair
Não sei contar piada, mas amo ouvir.
Gosto de cachorros, odeio chihuahuas.
Amo, amo, amo viajar, seja pra onde for.
Sou feliz!
Gosto de assistir TV, mas também leio livros.
Gostaria de ter feito “Direito” na faculdade, mas Deus não dá asas à cobra.
Trabalho com TI, mas sou objetiva.
Sei cozinhar, mas amo tele-entrega, microondas e comidas de caixa.
Sim, tem gente que me ama! :-)
Amo minha família e meus amigos mais do que tudo e faria qualquer coisa por eles.
O Coração sempre aperta de saudades da minha mãe, mas a vida é assim...
Adoro a frase: “A vida é feita de escolhas”, mas a Vida, muitas vezes, é como Ela é.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

In Your Eyes

I think I finally know you
I can see beyond your smile
I think that I can show you
That what we have is still worth while

Don't you know that love is like a thread
That keeps unraveling the bed
It ties us back together in the end

In your eyes
I can see my dreams reflections
In your eyes
I found the answers to my questions
In your eyes
I can see the reason why our love's alive
In your eyes
We're drifting safely back to shore
And I think I've finally learned to love you more

And you warned me that life changes
And that no one really knows
Whether time will make us strangers
Or whether time will make us grow

Ohh, even though the winds of time will change
In a world where nothing stays the same
Through it all, our love will still remain

In your eyes
I can see my dreams reflections
In your eyes
I found the answers to my questions
In your eyes
I can see the reason why our love's alive
In your eyes
We're drifting safely back to shore
And I think I've finally learned to love you more

In your eyes
I can see the reason why our love's alive
In your eyesYou and
IWe're drifting safely back to shore
And I think I've finally learned to love you more

domingo, 1 de junho de 2008

Simples Assim...

Supere. E, se não puder superar, supere o vício de falar a respeito.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

A Guinness...

Ao decidir sair do Rio para um mochilão de 35 dias passando por 10 países na Europa, tive uma dúvida no meu roteiro: Escócia ou Irlanda ?
Com a primeira parada garantida em Londres (minha preferida), Dublin - na Irlanda, viria logo depois.
Conhecer Dublin me fez relembrar a adolescência. Além de ser a “terra do U2", a cidade abriga o Trinity College e acolhe milhares de estudantes de todas as partes do mundo durante o ano. Dona de diversos castelos históricos tem um povo simples, simpático e alegre, assim é o irlandês. Entre dezenas de pubs espalhados pela capital, um especial, o “Temple Bar”, onde conheci a Guinness. Foi “paixão” ao beber o primeiro pint.

A Guinness é uma cerveja cuja a história teve início em 1759 quando o seu fundador, Arthur Guinness passou a produzir a própria cerveja. Com quase 300 anos de história, a cerveja Guinness é produzida com a mesma composição desde o início: malte irlandês, água, lúpulo e levedura. Na fábrica, dizem que o quinto e mais importante elemento do sucesso da cerveja é o seu criador: Arthur Guinness.

Grande parte do turismo na cidade se deve a esta cerveja. Não há como ir a Dublin e não conhecer a fábrica, é de praxe todo turista ir lá e tomar sua pint de Guinness (grátis – depois de pagar pelo ingresso, nada mais justo).

Cheguei ao portão da fábrica e me impressionei com o tamanho do prédio, velho e a pleno vapor. Ao entrar somos transportados para um universo criado em torno da marca. Há um espaço que funciona como um museu e é impressionante ver que toda a estrutura foi desenvolvida para explicar a idéia do Arthur ao criar a sua cerveja, que carrega com orgulho a fabricação irlandesa e exalta os ingredientes nacionais.

Logo na entrada uma cachoeira, para representar a água puramente irlandesa. Depois, uma pequena parada na sala de degustação para provar alguns dos diversos tipos de Guinness. Nos últimos andares um grande mapa mundi indica os quatro cantos do mundo, onde a cerveja é vendida. Engraçado, não tinha o Brasil. Logo pensei...posso levar???
Mas era o segundo país entre os 10 pelo qual passaria e nem havia vivido a experiência de pegar o trem errado de Praga para a Austria e descer em Bratislava, capital da Eslováquia, às10pm.
No final da visita há um grande mural onde podemos colocar recados. Claro, deixei o meu.
No Bar 360º, que fica no topo da fábrica, tem uma vista panorâmica, onde é possível ver toda a cidade. O mais legal é que no vidro tem uma marcação indicando os principais pontos turísticos da cidade. É nesse lugar também que você pode trocar o seu “ingresso” por uma pint (equivalente a 500ml) de Guinness.
Na lojinha de souvenirs, uma infinidade de produtos com a "marca Guinness".
Não há como não entrar no clima irish, toda a visita é acompanhada de fundo musical com gaita de fole. É feito, praticamente, uma lavagem cerebral por todo o percurso e você realmente chega ao bar, no fim do passeio, com vontade de beber Guinness.

Não parei mais...
Onde eu vou, quero Guinness. A “Sam Adams” que era a minha preferida (pela convivência dos 3 anos estudando em Boston) perdeu para a Guinness, a Duvel, entre outras que acabei conhecendo depois ao descobrir que a terra da cerveja passa longe de ser a Alemanha, as melhores estão na Bélgica, depois da Guinness, é claro!

Ah....o restante da viagem? Fica para o próximo post, o objetivo deste era falar da Guinness.;-)


Cheers!!

terça-feira, 13 de maio de 2008

Viagem de trem

A vida é como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques... de pequenos acidentes pelo caminho... de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques...

Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que, acreditamos que farão conosco a viagem até o fim: Nossos PAIS. Não é verdade, INFELIZMENTE, em alguma estação, eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinhos, atenção, proteção, amor e afeto.

Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão a ser especiais para nós: Nossos irmãos, amigos e amores. Muitas pessoas tomam esse trem a passeio. Outras fazem a viagem experimentando somente tristezas. E no trem há, também, outras pessoas que passam de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa. Muitos descem e deixam SAUDADES ETERNAS. Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando DESOCUPAM seus assentos NINGUÉM se quer percebe.

Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se em vagões diferentes do nosso. Isso nos obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessar nosso vagão e chegarmos até eles. O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.

Essa viagem é assim: Cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques...

Sabemos que esse trem jamais volta. Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos, procurando em cada um o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto qualquer um poderá fraquejar e precisaremos entender isso.

O Grande mistério é sabermos em qual parada desceremos.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

E quem um dia irá dizer...

Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão...?

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Simples Assim...

Gerência de Projetos é para gente grande e não para crianças.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Mulher Gato

A Mulher Gato, alterego de Selina Kyle, é uma personagem das histórias em quadrinhos que foi criada em 1940 por Bill Finger e Bob Kane, e teve sua primeira aparição na edição número 1 de Batman.

Órfã desde menina, Selina Kyle passou algum tempo em um orfanato feminino, do qual eventualmente fugiu. Sua inspiração para se tornar a Mulher-Gato teria se originado ao observar o próprio Batman, personagem com o qual acabou tendo um romance, que não durou.

Dotada de força, agilidade e sentidos ultradesenvolvidos, A Gata, é uma criminosa profissional em Gothan City e possui habilidades de uma super atleta. Usando um chicote e equipamentos de ginástica faz parte da sociedade secreta dos supervilões.
É uma criatura sedutora que vive um delicado equilíbrio entre o bem e o mal. As aventuras da Mulher-Gato têm início quando ela resolve acertar contas e também se divertir.

À medida que ela dá vazão ao seu lado selvagem, a linha entre A Mulher e seu Alter ego indomável começa a se romper – e nenhuma das duas está disposta a fazer o que os outros mandam.

Às vezes, é preciso morrer para começar a viver.

domingo, 4 de maio de 2008

Para existir, um par precisa inventar e compartilhar uma grande aventura...

AS HISTÓRIAS protagonizadas por um casal (sejam elas literárias, cinematográficas, teatrais ou televisivas) podem ser divididas em duas categorias. Há as histórias ditas "de amor", de "Cinderela" a "Romeu e Julieta". Na maioria dessas histórias, trata-se do primeiro encontro dos amantes e das dificuldades nas quais eles esbarram para se juntar.

As coisas podem acabar mal ("Romeu e Julieta"), mas, quando acabam bem, a narração termina na hora em que os amantes começariam a "viver felizes para sempre" ("Cinderela"). Ou seja, quando o amor deveria ser o tema principal, o que é narrado são os transtornos iniciais (com mais ou menos meleca sentimental) ou, às vezes, o trágico desfecho. A prática cotidiana do amor é, em geral, apenas objeto de farsas e comédias: risível.

A segunda categoria é a das histórias em que um casal vive uma aventura que, aparentemente, não tem nada a ver com seu amor: procuram juntos desvendar um crime, assaltar um banco, roubar um quadro, ganhar uma guerra ou encontrar o Santo Graal.
Ao longo dessas façanhas, eles se amam e têm ou não o tempo de se beijar e de transar (nos filmes, esse efeito colateral nos vale cinco minutos de rins, umbigos, pernas e lábios, que não têm nada a ver com a ação e permitem dar um pulo no saguão do cinema para renovar a pipoca).

Ora, para mim, os verdadeiros filmes de amor são esses, os da segunda categoria, os filmes "de aventura". Por quê?

A maioria desses filmes parece afastada de nossa experiência cotidiana. Com ou sem meu companheiro, é raro que eu assalte bancos, roube quadros ou solva enigmas policiais. Mas essas proezas valem como exemplos de um "fazer juntos", que, na prática do amor, é um ideal mais útil do que os meandros dos primeiros encontros, propostos pelos "filmes de amor".

Ou seja, os filmes de amor me dizem que, do amor, vale a pena ser narrado apenas o momento do apaixonamento (supõe-se, imagino, que, depois disso, aos poucos, a coisa vire uma lástima). Os filmes de aventura me dizem que existe a possibilidade de uma experiência comum, de uma aventura dos dois (que, claro, não precisa ser tão mirabolante quanto o que acontece na tela).

Em suma, concordo com a citação proverbial de Antoine de Saint-Exupéry (o autor de "O Pequeno Príncipe"): "Amar não significa se olhar um ao outro, mas olhar juntos na mesma direção" (se me lembro direito, a frase está em "Terra dos Homens", livro de memórias e reflexões que acaba de ser publicado em português pela Nova Fronteira).

Fica a pergunta: o que é "olhar juntos na mesma direção"? Na falta de fortalezas para expugnar, fazer o quê? A forma clássica de olhar juntos na mesma direção é criar filhos .

Isso não significa que um casal deva agüentar um inferno conjugal para que pai e mãe fiquem com seus rebentos até eles crescerem. Significa apenas que a tarefa comum de criar os filhos é uma prática possível do amor. Já foi a mais comum, aliás.

Num artigo publicado no caderno Mais!, da Folha de um domingo destes, Gianni Vattimo nota que a reprodução sexual implica, de uma maneira ou de outra, a vontade de manter e reproduzir o mesmo. O homem do antigo regime previa que seus filhos teriam seu mesmo status num mundo que se manteria igual; nós, homens modernos, sonhamos que nossos filhos nos ultrapassem, mas dentro de um quadro que tendemos a reproduzir (muitos desejam um filho médico, mas poucos gostariam que esse médico fosse Che Guevara).

Talvez por essa razão, criar filhos deixe de ser, hoje, a experiência comum dominante na qual prospera o amor de um casal.

Há traços da subjetividade moderna que exigem dos casais outras escolhas: a sede de renovação constante (reproduzir e se reproduzir não é mais suficiente para preencher nossa vida) e, sobretudo, a vontade de capitalizar experiência por conta própria (sonhar, por procuração, com a experiência futura dos filhos não nos basta mais). Essa é, portanto, a dificuldade: fora criar filhos, o que é, hoje, para um casal, "olhar na mesma direção"?

Alguns praticam o amor lendo poesia em voz alta, outros estudam juntos, outros exercem a mesma profissão ou adotam ambos uma nova religião, outros ainda se dedicam a práticas sexuais "diferentes". Tanto faz. O que importa é que, para existir, um casal precisa inventar e compartilhar uma (longa) aventura.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

As Donas do Jogo

As mulheres andam muito fáceis?
Por que só os homens podem ter o prazer da conquista?
A pergunta fica no ar...

Mais de trinta anos depois da ONU ter instituído o Dia Internacional da Mulher, a história de que o homem é quem deve tomar a iniciativa na paquera está caindo por terra. Mais independentes, as mulheres dão as cartas e escolhem quem participa do jogo.
Acredito que a falta de cortesia masculina é o preço que as mulheres pagam pela independência conquistada nos últimos anos. Nós fizemos com que acabasse essa história do homem que abre a porta do carro, que espera em pé até nos sentarmos à mesa. Mas, em compensação, ganhamos várias outras coisas.
Conquistamos espaço no mercado de trabalho. E, com um pouco mais de independência financeira, conquistamos outras independências.
Que as mulheres tomem a iniciativa, tudo bem. É uma das consequências da liberação sexual feminina. Porém, elas devem estar atentas para não deixarem de lado o poder de sedução tipicamente feminino.
A mulher precisa ter cuidado para não ocupar o universo masculino. E os homens não devem se acomodar, ficar esperando apenas a atitude delas. A comunhão é criada justamente pelas diferenças entre os sexos. Temos que exercer o poder da sedução e não o poder pelo poder. Devemos conquistar sem perder a essência feminina. E porque não mostrar aos homens que gostamos, sim, do romantismo, do galanteio masculino?

Ousadas sim, Românticas sempre

sábado, 12 de abril de 2008

The Reason - Linda demais...

I'm not a perfect person
There's many things I wish I didn't do
But I continue learning
I never meant to do those things to you
And so, I have to say before I go
That I just want you to know

I've found a reason for me
To change who I used to be
A reason to start over new
And the reason is you

I'm sorry that I hurt you
It's something I must live with everyday
And all the pain I put you through
I wish that I could take it all away
And be the one who catches all your tears
That's why I need you to hear

I've found a reason for me
To change who I used to be
A reason to start over new
And the reason is you
And the reason is you
And the reason is you
And the reason is you

I'm not a perfect person
I never meant to do those things to you
And so I have to say before I go
That I just want you to know

I've found a reason for me
To change who I used to be
A reason to start over new
And the reason is you

I've found a reason to show
A side of me you didin’t know
A reason for all that I do
And the reason is you

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Depois de algum tempo sem escrever...

Existem quatro coisas na vida que não se recuperam:
A pedra - depois de atirada;
A palavra - depois de proferida;
A ocasião - depois de perdida;
O tempo - depois de passado.

Aprendi a não julgar atitudes ou pessoas e a pensar muito antes de falar.
Aproveito todas as chances que a vida me dá, só assim não penso que o tempo passou e sim, no quanto o aproveito e sou feliz com isso.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Gentileza

No auge da evolução tecnológica e mesmo assim, sou lembrada, de tempos em tempos, das consequências que resultam de falhas da tecnologia. Um lembrete desses aconteceu durante uma falha no sistema elétrico que deixou apagado um sinal de trânsito na cidade.

Me lembrei de um cruzamento na cidade de Guangzhou, China, onde o movimento de carros é enorme, mas flui eficientemente sem nada dos nossos modernos sinais de trânsito. Os carros que vinham em uma direção tinham passagem livre e depois, por meio de algum tipo de gentileza mútua nas entrelinhas, de repente, um fio de carros vindo da outra direção ganhava a passagem. Assim seguia o fluxo, um fio de carros e caminhões, mais ou menos 40, de uma direção e depois um fio de carros e caminhões vindo da outra direção.
Mas, o resultado de um apagão de luz na cidade, acabou em um engarrafamento desesperador. Isto, porque nós que estamos acostumados com os benefícios de sinais de trânsito modernos e automatizados, não sabemos o que fazer sem eles. Sem o sinal para controlar o fluxo de trânsito, cada carro esperava no cruzamento a tomar sua vez para atravessar, um por um. Houve uma grande retenção, já que levava bastante tempo para um só carro passar pelo cruzamento e em seguida fazendo rodízio pelas demais quinas do cruzamento.
Na verdade, era bem engraçado observar o sistema moderno daqui falhando e se atrapalhando comparado com a gentileza e forma cortês do trânsito se organizar em Guangzhou em 1997.

Quem sabe no próximo Natal eu dê de presente um lampião para alguns amigos - presente que reflete resistência à dependência da tecnologia (não é o meu caso) - mas um lampião lhes dará luz quando (vai acontecer um dia) houver um apagão na cidade.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

AS ESCOLHAS DA NOSSA VIDA, por Ana Paula Padrão.

"A vida real não é feita de conquistas efêmeras, mas de relações que estarão lá para sempre. Marido, amigos, família, são eles que vão ficar do seu lado quando a empresa onde você trabalha não fizer mais parte do seu dia-a-dia.
Eu, como quase todas as mulheres da minha geração, passei por uma fase de dedicação total à carreira. Seguimos à risca os conselhos de nossa mãe:
- 'Seja independente, não dependa de marido!'.
Mas, para conquistar nosso espaço relegamos o emocional a segundo plano. Todas queríamos vencer como os homens, ter poder como os homens. Não me arrependo, sinto orgulho do que construí. Porém, se tivesse que dar um conselho a você, diria: 'Vá com calma!'.
Hoje a realidade é outra. Não precisamos deixar nosso universo para adotar o deles. Dá para incorporar o que há de melhor nos dois. E, principalmente, ouvir nossa voz interior, que é o melhor guia. Foi o que fiz quando, depois de 18 anos na Rede Globo, mudei para o SBT. Até então, não conseguia ir a um aniversário de amigos, nem jantar com a família. Não via meu marido, Walter, a semana inteira! Chegava em casa às 2 da manhã; ele acordava às 7. Para que a gente se comunicasse, até comprei um quadro branco e instalei no quarto. Aí, anotava:'Amor, não esquece de fazer tal coisa. Beijo, saudades'. O Walter lia, apagava e escrevia a resposta. Na sexta, ele me esperava e íamos deitar às 4 da madrugada.
Conclusão: o sábado começava às 2 da tarde e, evidentemente, acabava num piscar de olhos. Isso quando eu não tinha plantão e passava o dia no Rio de Janeiro.
Durante dois anos, tentei negociar um horário melhor. Até que cheguei ao limite do meu coração e repensei minha carreira.
Você deve estar se perguntando : 'Como ter coragem para largar um emprego em troca da felicidade?' Bem, é preciso confiar na tal voz interior.
Nesse aspecto, tenho segurança, aprendi a acreditar na minha capacidade de trabalho. Mas não pense que não fiquei tensa! Chorei muito, tive noites de insônia, pois gostava do que fazia. Precisei da força do meu marido, que deixou claro: me apoiaria em qualquer escolha.
Acho que sem o Walter não teria conseguido ir em frente. Quando penso que só nos conhecemos há 3 anos... queria ter passado A VIDA ao lado dele.
Nossa história já começou especial: em abril de 2002, entrevistei-o para o Jornal da Globo e, depois da gravação , conversamos sobre trabalho, viagens. Contei que na semana seguinte ia para a a França, trocamos cartões e só. Quando já estava em Paris, eis que o telefone do hotel toca. Perguntei: 'Você veio para um congresso? 'A resposta: 'Não, vim te convidar para jantar'. Casamos quatro meses depois. Sei que uma relação assim não brota em cada esquina. Também, hoje há um desencontro de papéis. Batalhamos para ter o que era de domínio masculino - e eles ficaram perdidos. Acredito que num relacionamento bem-sucedido há o meio-termo. Mas, para isso acontecer, a mulher deve deixar o homem participar do seu universo. E GOSTAR disso!
Meus próximos planos? Me dedicar ao novo emprego sem abrir mão da parte pessoal.
Ainda gostaria de ser mãe, sim, mas decidimos esperar um pouco. Já passei por quatro longos tratamentos para engravidar. Em um deles, perdi o bebê na oitava semana de gestação. Os médicos disseram que o meu horário de trabalho era um dos grandes obstáculos. Claro que, se acontecer, esse filho será muito bem-vindo. Mas o importante é que estou tão feliz!
Tomara que você também consiga achar o seu ponto de equilíbrio e, assim como eu, não tenha medo de lutar por seus sonhos."
A JORNALISTA É CASADA COM WALTER MUNDELL, COM QUEM, AGORA, DEPOIS DE TRÊS ANOS JUNTOS, VAI AO CINEMA À NOITE.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Simples assim...

Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo suas habilidades e seu talento.
Só assim não terá tempo para criticar os outros.